Sábado, 24.12.16

Era um Natal de festa e de alegria...

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Sempre gostei do Natal. É uma festa cheia de magia. Lembro-me do meu Natal quando era rapazinho ou mesmo adolescente. Era um Natal de festa e de alegria, uma alegria esfusiante. Éramos muitos, alegres e brincalhões, que disfarçavam o parco Natal, feito de pequenas coisas, com a alegria daquele dia. A família reunia-se. Era uma festa feita de coisas pequenas, insignificantes, mas que contavam: naquele dia tudo parecia brilhar. Éramos muitos e a alegria vertia-se a rodos. As prendas eram simbólicas: apareciam nas chancas que eram colocadas na lareira. Havia alegria e era uma festa! A noite de Natal era um sonho feito alegria. Que saudades eu tenho desses tempos de Natal feito de festa e de alegria!

publicado por José Carlos Silva às 13:05 | link do post | comentar
Quarta-feira, 09.11.16

Depois de Brexit, depois de Trump, o que faz a Europa? Assobia para o lado.

Trump ganhou. Já há tempos atrás Brexit tinha ganho. Hilary perdeu, tal como a Europa. Os democratas americanos, a Esquerda de lá, acordou horrorizada e a europa também do Brexit.

A europa aprendeu? Julgo que não.

Os americanos continuarão a ser os senhores do mundo. E a europa? A europa continuar a ser o velho continente que ainda não conseguiu erguer-se, encontrar o caminho.

Depois de Brexit, depois de Trump, o que faz a Europa? Assobia para o lado.

A seguir teremos a França a votos. Depois a Alemanha. Depois a Itália. E a Europa está à espera que o stattu quo se mantenha? É evidente. Por isso a Europa assobia para o lado com Brexit e Trump. Diz: não acontecerá mais nenhuma igual a esta. 

Esperemos, pois, pela França, pela Alemanha e pela Itália. E depois ver-se-á...

Será que a europa assobiará?

publicado por José Carlos Silva às 18:14 | link do post | comentar
Domingo, 16.10.16

A estratégia é essa mesma: fazer campanha à boleia do que é institucional, fazendo uma mistura do que é partidário com o que é institucional.

 
 

O general e a intensa pré-campanha eleitoral de Pedro Machado!

Em Lousada, o PS nunca abandonou a Campanha Eleitoral. Nos últimos 3 anos Pedro Machado, o presidente da Câmara, tem misturado o institucional com uma porfiada pré-campanha eleitoral. Mais: a estratégia é essa mesma: fazer campanha à boleia do que é institucional, fazendo uma mistura do que é partidário com o que é institucional.
A pré-campanha socialista, em Lousada, já dura 3 anos e semana a semana promete mostrar-se mais intensa.
A prova: basta seguir os jornais, as rádios e as redes sociais. O que afirmo é indesmentível.
E quem está por detrás de tal intensiva pré-campanha eleitoral socialista?
- O General. É claro.

publicado por José Carlos Silva às 14:35 | link do post | comentar
Domingo, 25.09.16

Projeto Saber + União De Freguesias De Figueiras E Covas

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publicado por José Carlos Silva às 09:42 | link do post | comentar
Sábado, 30.07.16

E nunca esqueças: os filhos dos perdedores vão querer derrotar-te

Quando te sentires seguro no castelo conquistado, vela, cuida pelo teu quotidiano, pois em cada esquina há mil olhos para te derrubarem. Cumpre a serenidade dos dias, caminha sempre como se caminhasse para o poder; nunca mergulhes no engano. Enfatizo: conquistado o poder guarnece os flancos, pois o esplendor do poder limita o discernimento.

E nunca esqueças: os filhos dos perdedores vão querer derrotar-te; e se não forem eles, serão os filhos dos filhos. Demora, mas vencerão. Não esqueças: o filho de um perdedor juntamente com os filhos dos outros perdedores,reunirão os guerreiros que farão a caminhada para o poder. Por isso, nas tuas mãos reside a sageza do não poder. Neste contexto manda a regra número um é: dar aos perdedores a ilusão que também são poder. Isto é, tê-los ao teu lado, nunca longe, pois as ovelhas devem estar sempre com o seu rebanho

Assim, tudo dependerá de ti, só de ti.

José Carlos Silva

 

publicado por José Carlos Silva às 09:50 | link do post | comentar
Segunda-feira, 04.07.16

Um dia vão querer medalhar-me por nunca me ter calado, por sempre ter dito não àquilo que considerei menos bem ou mal, por sempre ter defendido os meus ideais. É isso que eles me dirão.

 
 

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Um dia vão querer medalhar-me. Um dia vão querer honrar-me em nome do meu desassombro e da minha coragem para o combate, para a luta, em nome dos meus ideais, da liberdade, das liberdades, do bem, da igualdade e da justiça. Um dia vão querer medalhar-me por nunca me ter calado, por sempre ter dito não àquilo que considerei menos bem ou mal, por sempre ter defendido os meus ideais. É isso que eles me dirão. É nisso que eles quererão que eu acredite que seja a principal razão, a verdade perfeita. Mesmo que não o seja. E não o será. Claro que não o será. A razão para quererem um dia espetarem uma medalha no meu peito é não admitirem, mais uma vez, que concordam com a minha verdade, uma ínfima parte dela que seja. Não concordam.

Medalhar-me vai ser a tentativa vã de corromper-me, de suavizar o peso de toda a verdade, do impacto da verdade escrita ao longo de todos os anos. Será quase como uma lavagem do efeito direto da verdade na opinião dos outros. Pois, o que pensarão os outros de um homem livre que sobe a um palco e se deixa seduzir por uma medalha, um aperto de mão, umas palmadas nas costas, uns breves elogios e uma saraivada de aplausos? O que pensarão os outros? Mais um daqueles que afirmou, anos e anos a fio, ser impoluto e imune a tudo e a qualquer intenção, menos a uma medalha. O que diz a raia miúda? É igual a esses badamecos que vivem para honrarias, para o poder, para viverem do poder. Esse poder não honrará, não o medalhará, não projetará. Pelo contrário, a medalha, o momento, a festa que lhe farão, será a festa desse mesmo Poder, dos detentores desse Poder e ele não passará de um mero figurante.

Um dia vão querer medalhar-me. Nesse dia não posso esquecer-me que a festa não será minha, mas dos detentores do Poder.

publicado por José Carlos Silva às 11:40 | link do post | comentar
Segunda-feira, 25.04.16

Presidencialismo à Portuguesa, à Marcelo Rebelo de Sousa.

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Marcelo Rebelo de Sousa produziu um discurso que ficará para a história. Ele que construiu os alicerces da atual constituição, iniciou hoje a edificação de uma Nova Constituição na Casa Mãe da República Portuguesa, e perante todos aqueles que a devem subscrever. Genial! E o Primeiro Capítulo desenhado foi o PRESIDENCIALISMO, que se ergueu em todo o seu esplendor. Marcelo Rebelo de Sousa, desde que foi eleito, tudo tem feito para comandar o governo e a oposição. Hoje, na Assembleia da República, erigiu-se como presidente de um Regime Presidencialista ao proferir um discurso em que EXIGE um entendimento à direita e à esquerda, ao proferir um discurso em que deseja um Bloco Central, e de preferência Atlantista. - Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidencialista.

publicado por José Carlos Silva às 13:18 | link do post | comentar
Sábado, 16.04.16

Homilia de quem caminha.

«1 – Perfila-se o candidato ao lugar. 2 – O candidato faz a sua equipa, recheando-a dos melhores. 3- Vai a votos. É eleito. 4- Depois espera um tempo até ao Ato de Posse. É dos livros: ou porque é necessário receber os dossiês ou porque não passar a imagem de sofreguidão pelo poder. 5 – Por fim, marca o evento, a sua própria sacralização, a tomada do seu próprio poder, um poder que não é apenas seu, mas de todos aqueles que o acompanham, de todos aqueles que estarão presentes no Ato de Posse. Porque será isso que os unirá. 6 – Por isso mesmo, o ato é preparado ao milímetro, ao mais ínfimo pormenor. Marcam-se reuniões. Primeiro reúne o dito Núcleo Duro. Depois Um Grupo Um Pouco Mais Alargado. E, por último, o Grupo Permanente. Este reúne para «afinar» tudo ao pormenor, para que nada falhe. Estrutura, delineia, afina o evento. Anuncia os objetivos, proclama os oradores externos que estarão presentes e a sua relevância. Mais importante: define a tarefa de cada um e a imperiosa premência de a mesma ser cumprida. Resolve, também, o local do evento, determina quem cuida da cenografia e do sucesso do evento, comete responsabilidades: decoração da sala; tipologia das mesas e sua disposição, e sua proximidade às mesas principais; quem se senta ao lado de quem e segundo que critério (mesas principais); alinhamento das palavras (quem fala, quando fala, e qual a ordem); 8 – Por último, a sala respira alegria, caminha-se.» In Honorato

publicado por José Carlos Silva às 15:58 | link do post | comentar
Sexta-feira, 08.04.16

Se esta pressão mediática acontecesse a nível local, no Poder Local, através das Redes Locais, e mesmo da imprensa, acredito que havia presidentes de câmara que nem um mandato cumpriam.

A demissão de João Soares e a força das Redes sociais.

João Soares queria demitir-se? Não. E porque é que o fez? Não tinha saída, dizem todos agora. Mas ninguém o disse de imediato quando João Soares ameaçou DAR DUAS BOFETADAS em dois cronistas do Jornal Público.

As Redes Sociais entraram num processo de bola de neve e o poste de João Soares tornou-se viral, pela negativa. A Comunicação Social, a Imprensa, até a um certo ponto quieta, muda, serena; acabou por sair da sua zona de conforto, apesar da chatice de ser João Soares. E fez o seu papel: deu eco ao facto.

Os portugueses, mesmo aqueles que não navegam online, mesmo aqueles que não ligam puto à política, ficaram a saber que o ministro da cultura, um tal João Soares, tinha ameaçado dois cronistas de um jornal.

Sem saída, o ministro João Soares, demitiu-se. O primeiro tiro foi dado no frágil, muito frágil porta-aviões, a geringonça socialista.

Uma pergunta: se esta pressão mediática acontecesse a nível local, no Poder Local, através das Redes Locais, e mesmo da imprensa, acredito que havia presidentes de câmara que nem um mandato cumpriam.

Vai uma apostinha?

publicado por José Carlos Silva às 21:37 | link do post | comentar
Sexta-feira, 25.03.16

JSD propõe primárias e fim das quotas nos partidos

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Moção da ‘jota’ ao congresso do PSD está centrada numa proposta de reforma do sistema político e partidário.

Cristóvão Simão Ribeiro admite doações financeiras, desde que sejam públicas GONÇALO GUEDES/NFACTOS

 

A Juventude Social-Democrata (JSD) propõe a realização de eleições primárias no PSD para a escolha do candidato a primeiro-ministro e o fim da obrigação de pagamento de quotas dos militantes para tornar o financiamento partidário quase exclusivamente público. As propostas constam da moção que a JSD leva ao congresso social-democrata, no próximo fim-de-semana, em Espinho.

O texto – a que o PÚBLICO teve acesso – reflecte a preocupação relativamente ao afastamento dos eleitores da política e com os elevados níveis de abstenção. Para envolver mais os cidadãos na vida partidária, a JSD quer que simpatizantes e militantes possam participar na escolha interna do candidato a primeiro-ministro desde que essa pessoa não esteja a exercer o cargo naquele momento como acontece agora com Pedro Passos Coelho, que está na oposição. Até agora, o PS foi o único partido a pôr em prática este modelo de escolha de candidato a primeiro-ministro. A iniciativa partiu do antigo secretário-geral, António José Seguro, quando foi desafiado por António Costa a disputar a liderança do PS em 2014.

Ao mesmo tempo que defende uma abertura do partido à sociedade civil, a JSD quer acabar com o pagamento de quotas dos militantes e tornar o financiamento partidário maioritariamente público. Passariam a ser permitidas doações financeiras mas que teriam de ser públicas e registadas online. “Os militantes têm que ter as quotas em dia para eleger e serem eleitos. Embora as quantias não sejam elevadas, choca-nos esse princípio. Estes são os custos da democracia”, justifica o líder da JSD, Cristóvão Simão Ribeiro.

Outra das alterações propostas é a de tornar o voto preferencial nas legislativas. Em cada círculo eleitoral, os eleitores poderiam ordenar, de acordo com a sua preferência, os candidatos do partido em que querem pôr a cruz. Uma proposta que constava do programa eleitoral da coligação PSD/CDS “Portugal à Frente” (PAF) nas últimas legislativas, em 2015, e que já tem sido defendida por Passos Coelho. O líder social-democrata recuperou agora também a proposta e inscreveu-a na sua moção de estratégia global com que se apresentou como candidato a presidente do partido.

Além do voto preferencial, a JSD prevê a criação de um círculo nacional de compensação com escolhas de candidatos por parte da comissão política nacional. O objectivo é suavizar a imposição da direcção nacional dos partidos de candidaturas “pára-quedas” nos vários distritos e dar espaço aos candidatos locais que passariam a ser avaliados pelos eleitores pelo seu mérito. A proposta visa dar peso ao voto dos eleitores. “Ao fim de quase 42 anos de democracia, o sistema atingiu um limite de exaustão. As pessoas pensam que o seu voto não decide coisa nenhuma porque votam em listas fechadas. Assim estaríamos a dar à sociedade civil maior poder de decisão e aumentar a participação cívica”, justifica Simão Ribeiro.

O incentivo ao voto reflecte-se também na proposta de trabalhar para pôr em prática o sistema electrónico que permite facilitar a vida aos eleitores que estão deslocados como os estudantes, por exemplo. A ideia também já estava no programa eleitoral da PAF nas últimas legislativas e era proposta como um projecto-piloto.

A possibilidade se se votar em qualquer círculo eleitoral, independentemente de ser ou não o de origem, estava igualmente prevista no programa eleitoral do PS às legislativas de 2015. A esta alteração, a JSD acrescenta a proposta de que seja acrescentada a data de nascimento ao número de eleitor, o que permitiria não só actualizar os cadernos eleitorais como perceber quais as camadas etárias mais absentistas.

A moção será apresentada no congresso assim como outras com carácter temático. Só os candidatos a líder do PSD podiam apresentar uma moção de estratégia global. O único candidato a presidente da comissão política nacional, Pedro Passos Coelho, foi eleito no início deste mês, com mais de 95% dos votos.

In Sofia Rodrigues, Público 25 de março de 2016

 

publicado por José Carlos Silva às 12:03 | link do post | comentar

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