Sábado, 23.11.13

Do Futuro

Dia frio e de lágrimas finas. Lâminas tristes de esperanças derruídas por fluidas intenções e sorrisos de maquiavéis ou sábios saberes que se repetem e ninguém quer saber, ninguém quer ver, e por isso correm orvalhos em dias frios, em dias tristes. Não derruiu o sonho. O sonho nunca derrui, desenha-se de novo, possibilitando novas conquistas. Assim, surge uma nova caminhada, desenha-se um novo trilho, olha-se o céu e procura-se na via látea a estrela polar e o caminho de regresso, o caminho mais curto indicativo do destino e da Vitória.

 

Solicita-se um esforço acrescido? É natural. Acrescido e inteligente.


E mais uma certeza:

- Nada poderá ser deixado ao acaso. Nada pode ser facilitado. Nada pode ser subestimado. Nada pode ser protelado.

- Não pode haver lugar a «mas» ou a «depois» ou a «nim».


No futuro, para ganhar o futuro, tem que prevalecer sempre o «agora».


- No futuro «adiar», «esperar», «fazer de conta», não resolverá. Nunca resolveu.


- No futuro é preciso perceber: as atuais gerações têm o fascínio pelo «agir» e «ser».


No futuro é preciso perceber que muito, mas muito, se decide nas redes sociais e entre as novas gerações e na tremenda influência junto aos mais velhos.


No futuro não «agir», não «intervir», não «interagir», será…


No futuro serei sempre igual a mim mesmo: direi o que me vai na alma e não me calarei.

13 de outubro de 2013

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publicado por José Carlos Silva às 21:20 | link do post | comentar
Sábado, 16.11.13

Boa Tarde

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publicado por José Carlos Silva às 15:16 | link do post | comentar
Sexta-feira, 15.11.13

Regra de ouro - em política, ninguém «mata» ninguém.

Desde que me conheço a direita é a minha família política. Desde que me conheço o PPD/PSD é o partido onde ancoram os meus ideais. Desde que me conheço que os defendo, os ideais da social-democracia.

E não encontro mal algum nesse caminho.

Mal-estar?

É natural. Em democracia a diversidade é o maior bem e a política só tem sentido se existir esta dualidade de pensamento, esta dialética, este procurar por um nobre fim: o progresso.

Ler nas entrelinhas e percecionar o alcance desta diversidade de pensamento é, por vezes, extraordinariamente simples ou demasiadamente complexo. Da forma exata como é executada a leitura, assim se concretiza a vitória ou a derrota.

Ler em política é como saber viver. E a política é tão diversa como a vida, daí que a tentação de silenciar seja tão eloquente como olhar a beleza da perdição de um sorriso que passa na avenida, mas é bom nunca esquecer a regra: «em política ninguém cala ninguém», tal como «em política ninguém mata ninguém.»

Não sei lá a razão, mas lembrei-me disto! Engraçado!

publicado por José Carlos Silva às 22:12 | link do post | comentar
Terça-feira, 12.11.13

Cristina Mota: A Alma Deste Magusto (2 is) - Passado Sábado - Os louros a quem os merecem.

publicado por José Carlos Silva às 18:25 | link do post | comentar
Sexta-feira, 01.11.13

A mão da tentação

Depois da ação cometida

Jamais a lamentes,

Jamais te censures,

Jamais te menosprezes.

De nada adiantará

Caso o faças. Não te levarão

 A sério. Não te respeitarão.

E farão tudo para sofreres

Os minutos bons da vida.

Importa, sim, estares atento,

Perceberes que haverá sempre

Um espetador de «lanças»

E de dor, que espalhará a discórdia

E, claro, a vingança.

publicado por José Carlos Silva às 21:26 | link do post | comentar

A lei do retorno

 

Sempre admirei a nobreza dos homens e a sua profunda sabedoria e sentido de estar no mundo e de ver para além da efemeridade do óbvio, quando na Vitória são humildes e atingem o patamar da singela glória: fugir à louca e peregrina tentação de Humilhar o perdedor.

Na vida há uma regra única, basilar e mortífera: quem ganha também perde, pode não ser diretamente, mas perderá sempre um dia indiretamente – através de um filho ou de uma filha, de um neto ou de uma neta; e os seus feitos passados ressurgirão: «Este ou esta era filho ou filha, neto ou neta de fulano ou sicrano que em tempos passados pontificou em…»

Daí que tudo que é cometido hoje, contra quem acometem, como e a quem porfiam ou tentam humilhar, mesmo quando a vitória teve um sabor amargo, tal o custo a que foi elevada, tal como Pirro fazia; é certo que não podem olvidar que o futuro se encarregará de lhe pagar de igual forma. É a chamada lei do retorno. É triste, mas tudo se paga nesta vida…Parece. Eu diria: é certo.

publicado por José Carlos Silva às 20:34 | link do post | comentar

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