Do Futuro

Dia frio e de lágrimas finas. Lâminas tristes de esperanças derruídas por fluidas intenções e sorrisos de maquiavéis ou sábios saberes que se repetem e ninguém quer saber, ninguém quer ver, e por isso correm orvalhos em dias frios, em dias tristes. Não derruiu o sonho. O sonho nunca derrui, desenha-se de novo, possibilitando novas conquistas. Assim, surge uma nova caminhada, desenha-se um novo trilho, olha-se o céu e procura-se na via látea a estrela polar e o caminho de regresso, o caminho mais curto indicativo do destino e da Vitória.

 

Solicita-se um esforço acrescido? É natural. Acrescido e inteligente.


E mais uma certeza:

- Nada poderá ser deixado ao acaso. Nada pode ser facilitado. Nada pode ser subestimado. Nada pode ser protelado.

- Não pode haver lugar a «mas» ou a «depois» ou a «nim».


No futuro, para ganhar o futuro, tem que prevalecer sempre o «agora».


- No futuro «adiar», «esperar», «fazer de conta», não resolverá. Nunca resolveu.


- No futuro é preciso perceber: as atuais gerações têm o fascínio pelo «agir» e «ser».


No futuro é preciso perceber que muito, mas muito, se decide nas redes sociais e entre as novas gerações e na tremenda influência junto aos mais velhos.


No futuro não «agir», não «intervir», não «interagir», será…


No futuro serei sempre igual a mim mesmo: direi o que me vai na alma e não me calarei.

13 de outubro de 2013

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publicado por José Carlos Silva às 21:20 | link do post | comentar