Quando termina esta despudorada e conivente situação? No dia que Entidade Reguladora da Comunicação Social atuar.

No dia que Entidade Reguladora da Comunicação Social atuar terminam as Omissões do TVS.

 

O Jornal TVS omitiu (não publicou) partes importantes da Conferência de Imprensa que a Coligação Lousada Viva produziu e que o TVS fez cobertura.

O Jornal TVS omitiu, por exemplo, a parte do protetorado familiar de alguns dirigentes políticos do Partido Socialista na Câmara de Lousada.

 

O Verdadeiro Olhar publicou: Segundo Agostinho Gaspar, também continua a "reinar o protetorado familiar de alguns dirigentes políticos" na autarquia lousadense. Exemplo disso é, para os social-democratas, a passagem do agora presidente do PS/Lousada, José Santalha, de chefe de gabinete para assessor do presidente da câmara, sendo substituído no antigo cargo pelo genro e ex-presidente da JS/Lousada, Nelson Oliveira. "Depois de ter o tacho já não quis saber da JS", referiu.

 

O TVS omitiu, não publicou tudo o que foi dito na Conferência de Imprensa. Porquê?

O TVS omitiu. Omissão em jornalismo é ser conivente com ditadura. Omitir em jornalismo lembra-me Salazar.

O TVS pecou. Pecou porque foi conivente com o poder instalado.

E ao pecar não cumprir com o que estipula a Lei de Imprensa e o que postula a Entidade Reguladora da Comunicação Social.

Quando termina esta despudorada e conivente situação? No dia que Entidade Reguladora da Comunicação Social atuar.

 

publicado por José Carlos Silva às 22:11 | link do post | comentar