Quarta-feira, 28.03.12

Ternura

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publicado por José Carlos Silva às 22:26 | link do post | comentar

Dinnheiro Público

publicado por José Carlos Silva às 22:24 | link do post | comentar

Eça de Queirós

A gargalhada

"A gargalhada nem é um raciocínio, nem uma ideia, nem um sentimento, nem uma crítica: nem é o desdém, nem é a indignação; nem julga, nem repele, nem pensa; não cria nada, destrói tudo, não responde por coisa alguma! E no entanto é o único inventário do mundo político em Portugal.
Um governo decreta? Gargalhada. Fala? Gargalhada. Reprime? Gargalhada. Cai? Gargalhada. E sempre a política, aqui, ou pensando, ou criando, ou liberal ou opressiva, terá em redor dela, diante dela, sobre ela, envolvendo-a, como a palpitação de asas de uma ave monstruosa, sempre, perpetuamente, vibrante, cruel, implacável – a gargalhada!"

publicado por José Carlos Silva às 21:57 | link do post | comentar

A palavra

A palavra é uma menina solteira, dada a peneiras, orgulhosa e eivada de vaidade. Adora protagonismo. Sabe-se amada e desejada, daí ser arisca e importante. Todos lhe fazem a vénia, todos a cortejam, todos a querem de feição. E ela namora com todos e com ninguém, mas ironia: mesmo desdenhando, todos a querem com paixão. Que paradoxo!

Frágil, singela e suave, a palavra coloca-se no seu pedestal dourado, olhando-os desdenhosa e brincalhona, dizendo que é de todos e não é de ninguém, passeando-se pelo Mundo. É o destino na noite que amanhece no silêncio enganador da vida.

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publicado por José Carlos Silva às 19:27 | link do post | comentar

Ironias

É com pompa e circunstância que se honra, comemora e festeja o Centenário da República.

A memória de um povo deve ser condignamente lembrada e a República foi um facto assaz marcante: pôs fim a um regime – a Monarquia -, e deu vida a outro – a República.

Contudo, quando descrevemos o fim da primeira, temos a obrigação de contar como foi o seu fim, como caiu, como foi decepada: tragicamente, a tiro, e depois foi só esperar a sua agonia.

A República assumiu o poder, totalitariamente, esquecendo a tão apregoada «ética republicana», ao ponto de só os republicamos ocuparem os «tachos» políticos.

A Primeira República não cumpriu a sua cartilha, caindo nos braços de um golpe militar, para de seguida se entregar no colo de uma ditadura que a asfixiou durante quase 50 anos.

Em 1974 libertou-se. Por escasso tempo.

A República, a partir da década de oitenta do século vinte, acomodou-se, aburguesou-se, esqueceu-se novamente da sua cartilha, regressando a um neo - rotativismo (alternância de poder) em que PS e PSD se revezam no poder. Aliás é comum ouvir os politólogos dizer: «Os dois partidos do arco do poder…».

Este neo – rotativismo «matou» a III República. Daí ela não se ter cumprido.

É preciso, portanto, cumprir e fazer com que se cumpra a República: é urgente dar-lhe um novo sentido, um novo rumo.

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publicado por José Carlos Silva às 19:22 | link do post | comentar

Penedo do Sol

Visita Ao Penedo do Sol (Lendas de Figueiras)

 

Fomos com os meninos do Infantário ao Penedo de Sol.

O penedo do Sol fica na Rua do Sol.

Vimos o penedo do Sol de um quintal.

O penedo tem letras escritas, uma cruz desenhada e uma outra em cima.

 

Frases ditas pelos alunos do

1º Ano – Centro Escolar de Figueiras

8 de março de 2010

publicado por José Carlos Silva às 19:18 | link do post | comentar

Afirmou Passos Coelho

«Estou no PSD há muitos anos e sei que muita gente não perdoa por ter andado tanto tempo pela JSD. Nunca fui funcionário da política, nunca a política me deu emprego.» março de 2010

publicado por José Carlos Silva às 18:59 | link do post | comentar

Da ortodoxia

A ortodoxia política pode ser cega. Pior é quando cega o pensamento. E quando acontece de forma continuada não «há veneno» que alimente o sonho.

publicado por José Carlos Silva às 18:58 | link do post | comentar

Presumo

Não lhe chamo ortodoxia. Também julgo que não se parece com qualquer problema de ordem moral, religioso, político, económico ou social. Julgo que não é uma questão racial. Não será uma questão de gosto, de cheiro ou de tonalidade. Acho que não se revestirá de questões meramente pessoais: desta ou de outra natureza. Presumo que a afirmação política não leve a tamanhos dislates. Presumo. Mas parece que presumo mal: há quem seja feliz sendo ortodoxo na política.

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publicado por José Carlos Silva às 18:55 | link do post | comentar

Primavera

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publicado por José Carlos Silva às 18:48 | link do post | comentar

Futuro complexo funerário de Caíde

Fonte: Jornal de Lousada

 

 

 

 

 

publicado por José Carlos Silva às 16:29 | link do post | comentar

Época

Ao longe ouve-se o tilintar das campaínhas, correm as moças e as mães a colocarem as flores junto à porta de casa, atapetando o chão de Deus, oferecendo um chão sagrado ao Cristo que oscularão. Que frenesim! Que fé! E festa também, pois as crianças não páram: saltitam por todo o lado, pedindo amêndoas, pequenos chocolates, lambarices de ocasião que amanhã os conduzirão ao médico para aborrecimento dos pais e desconsolo dos próprios. Mas hoje é dia de Páscoa, dia de festa, de alegria e de paz.

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publicado por José Carlos Silva às 16:28 | link do post | comentar

Moinhos: década fatal

A década de sessenta e setenta do século vinte foi fatal para este tipo de património edificado, pois muitos foram aqueles que partiram «para a guerra colonial e outros emigraram, deixando os moinhos ao abandono. Com a industrialização, deixou de ser rentável. Foi o fim de uma estrutura produtiva», afirma Jorge Miranda, da Rede Portuguesa de Moinhos, ao Diário de Notícias de hoje. E o caminho mais correcto é recuperá-los para o turismo rural, fomentando projectos integrados de desenvolvimento entre autarquias e empresas, no sentido da sua salvaguarda, preservação, assim como dinamização cultural e interacção com o meio: as actuais gerações (e as vindouras) devem ter a noção do que é uma unidade moageira – um moinho. Por outro lado é um núcleo ou núcleos museológicos que são criados, emprestando ao concelho ou à região um valor acrescentado.

publicado por José Carlos Silva às 16:21 | link do post | comentar

Passos Coelho: Da biografia

Teimoso, conseguiu que os pais o mudassem para a escola pública, que ficava mesmo ao lado de casa. Saltava o muro do jardim e estava no pátio da escola. Fez a terceira classe na cama, atacado por doença renal aguda. Entretanto, entrara para os Maristas. Mas ali a religião não era obrigatória e não havia monstros nem medos. Pedro lembra-se do exame da quarta classe, nos Maristas. "O meu pai ofereceu-me uma caneta de tinta permanente para fazer o exame escrito. Recordo-me também de ter feito as orais: geografia, matemática e português". A primeira personalidade que o impressionou foi a de António Soares Carneiro, então major, que também falou de improviso durante toda a sua vida. "Aquele homem não se repetia" escreve Passos, que aos 16 anos colaborou na campanha presidencial do general.

 

Inês Serra Lopes

 

publicado por José Carlos Silva às 16:08 | link do post | comentar

Abril de 2010 - CAA

(...) foi mais um momento de recreação, de salutar convívio, de encontro de amigos. Uma tradição que se repete todos os meses e que gosto muito. Mais uma vez gostei destes momentos de evasão, para além do bacalhau com broa e da carne assada, assim como do belo restaurante, resultado de uma casa do século XVIII. O portal é um belo exemplar de cantaria com a sua cruz e pináculos. Gostei.

publicado por José Carlos Silva às 16:04 | link do post | comentar

Quais foram aplicadas?

O PSD deve:

  1. Transformar-se num Partido em rede;
  2. Reforçar a formação política dos seus quadros;
  3. Profissionalizar a sua comunicação;
  4. Defender um mandato presidencial de 7 anos não renovável aplicável a partir de 2016;
  5. Defender a modernização do Parlamento através do bicamerismo e da introdução do voto electrónico;
  6. Propor uma reforma do Poder Local que consagre os executivos maioritários e reforce o estatuto de Líder de Grupo Municipal;
  7. Defender uma política territorial que aposte nas cidades como motor de desenvolvimento;
  8. Definir uma política fiscal orientada para a competitividade e para a redução da despesa pública;
  9. Propor uma política integrada para o envelhecimento;
  10. Combater vigorosamente a corrupção.

In Vasco Campilho

 

 

Dez Ideias de Vasco Campilho - aprovadas no XXXIII do PSD (em que foi eleito Pedro Passos Coelho.

 

 

Nota: A Preto o que ainda nem sequer foi aflorado.

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publicado por José Carlos Silva às 15:57 | link do post | comentar

Direitos, Liberdades e Garantias

A Constituição da República Portuguesa, no seu artigo 12º, consagra o Principio Geral da Universalidade, dispondo que todos os cidadãos, pelo simples facto de serem pessoas, são titulares de direitos e deveres fundamentais.

Assim também, no artigo 48.º, do Capitulo II, da própria Constituição, pode ler-se que todo o cidadão, tem o direito de tomar parte na vida politica e na direcção dos assuntos públicos do país, directamente ou por intermédio de representantes livremente eleitos. Bem como, o direito de serem esclarecidos objectivamente sobre actos do Estado e demais entidades públicas.

 

In Verdadeiro Olhar

 

publicado por José Carlos Silva às 15:53 | link do post | comentar

AH! AH! AH!

Por José Carlos Silva, às 14:27| comentar

publicado por José Carlos Silva às 14:09 | link do post | comentar

Jornal + - em dembro de 2011




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publicado por José Carlos Silva às 13:24 | link do post | comentar

Pedro Passos Coelho: breve apontamento da sua vida

Só escreveu um discurso em toda a sua vida. As outras centenas, na Assembleia da República, nas comissões políticas, nos congressos, fê-los todos - mesmo todos - de improviso. E já fez centenas de discursos, intervenções, interpelações e declarações. Pedro Passos Coelho começou cedo na política. Era um menino sério, "um parvo" diziam às vezes os seus amigos do liceu Camilo Castelo Branco, em Vila Real, que não compreendiam por que raio de razão o Pedrocas gostava mais de falar com os amigos do pai do que com eles. O Tintin, o Zorro e o Mandrake passaram-lhe depressa. Mas, vamos ao início,

Pedro Manuel Mamede Passos Coelho nasceu em Coimbra em 24 de Julho de 1964. Os pais eram de Trás-os-Montes, família de pequenos industriais de madeira. O seu pai, António Passos Coelho, 84 anos, é médico pneumologista e foi dirigente do PSD em Vila Real. E chegou aos órgãos nacionais do partido no tempo de Sá Carneiro, conta um amigo.

A liberdade africana António Passos Coelho abandonou a direcção do sanatório do Caramulo e foi para Angola, levando com ele a família: a mulher e os filhos, Teresa, Paulino e Pedro. "Em África fui sempre um miúdo à solta", conta Passos no seu livro Mudar. Pedro saía de manhã, almoçava numa cubata, brincava com os meninos tuberculosos, lanchava noutra cubata e ia brincando, até outra família lhe dar jantar numa outra cubata. Assim, com seis anos, aparecia em casa pelas nove da noite. Já nessa altura Pedro Passos não tinha medo.

Foi em Silva Porto, capital do Bié, que se iniciou nas tertúlias do pai. Assistia às conversas entre o pneumologista, o director do hospital, o delegado de saúde, o intendente, o administrador e o próprio governador. Ouvia e aprendia. Ainda hoje tem a mania que é médico. "Faz diagnóstico e automedica-se", brincam os amigos. Em Silva Porto, Pedro não gostou do colégio de freiras em que fora matriculado. Descreve-o assim no seu livro: "Era preciso, antes da aula, passar pela capela, onde se tinha de estar de penitência, de braços abertos. Isto, para uma criança de seis anos, era uma coisa insuportável. Não gostei nada daquilo, do ambiente, dos medos que incutiam às crianças, monstros, diabos, infernos."

Teimoso, conseguiu que os pais o mudassem para a escola pública, que ficava mesmo ao lado de casa. Saltava o muro do jardim e estava no pátio da escola. Fez a terceira classe na cama, atacado por doença renal aguda. Entretanto, entrara para os Maristas. Mas ali a religião não era obrigatória e não havia monstros nem medos. Pedro lembra-se do exame da quarta classe, nos Maristas. "O meu pai ofereceu-me uma caneta de tinta permanente para fazer o exame escrito. Recordo-me também de ter feito as orais: geografia, matemática e português". A primeira personalidade que o impressionou foi a de António Soares Carneiro, então major, que também falou de improviso durante toda a sua vida. "Aquele homem não se repetia" escreve Passos, que aos 16 anos colaborou na campanha presidencial do general.



Regressa a Trás-os-Montes deixando para trás o pai, que havia de reunir-se à família em 1975, já depois da independência de Angola. O choque de trocar as planícies africanas pela aldeia de Valnogueiras, Vila Real, misturou-se, na cabeça de Passos Coelho com a estranha surpresa de viver numa aldeia belíssima mas escura e triste. Sem electricidade, nem saneamento, nem água canalizada, nem televisão. Nem pretos. Para quem crescera na capital do Bié e convivera diariamente com pessoas de outra cor, a diferença era assinalável.

Passos Coelho não é racista. Aliás, casou há sete anos com Laura, com quem teve a sua terceira filha, Júlia, agora com três anos. Fisioterapeuta, Laura é guineense mas está habituada a passar por cabo-verdiana porque "as pessoas pensam que todos os guineenses são pretos retintos", diz bem-humorada. E Laura é bastante clara. De pele também. E simpática, diga-se. Do seu anterior casamento, com Fátima Padinha - a Fá das Doce - tinha já duas filhas, Joana e Catarina. Pedro Passos é um pai dedicado. Sempre fez questão de dar banho às filhas e de brincar com elas. E não poucas vezes é ele quem dá o jantar "à garotada toda", como costuma dizer.

Da aldeia do avô, a família mudou-se para Vila Real. Por pouco Pedro não teve como professor o famoso Padre Max, morto durante o Processo Revolucionário Em Curso (PREC). O padre da UDP dava aulas de francês ao Tó Mané, um dos colegas de quem Pedro ficaria amigo. Tó Mané, ou melhor, António Manuel Correia Dias, hoje empresário de sucesso em Vila Real, tem mais três anos do que Pedro. Fala do miúdo que viera de Angola e tinha o descaramento de concorrer à associação de estudantes contra os mais velhos. E de ganhar. Vila Real era palco de uma guerra política extremada naqueles tempos revolucionários. "Até Franck Carlucci, [antigo director da CIA e depois embaixador dos Estados Unidos da América em Lisboa], lá foi", lembra Correia Dias. "Não sei de onde lhe vinha aquela postura. Ele andava sempre com pessoas mais velhas. Cresceu muito mais depressa do que nós. E sempre soube o que queria: queria ir para Lisboa", diz Tó Mané. E reforça "o Pedro era visto pelas pessoas como um 'jovem adulto', não como um miúdo, mesmo aos 15 anos!" O amigo conta que Pedro tinha mais de 20 apaixonadas "as transmontanas não são cegas!". Nem suspeitou de muitas delas. Teve a primeira namorada aos 16. Ela tinha 20 anos. "O discurso dele era muito adulto. E gostava mesmo de acompanhar pessoas mais velhas.", lembra Correia Dias.

Outro que se lembra bem de Passos é o antigo jornalista Alexandre Parafita, que trabalhou em "O Comércio do Porto" e dirigiu o semanário transmontano "A Região". Foi lá que Parafita escreveu um curto artigo sobre o jovem vila-realense, estudante de Matemática, que acabara de ser eleito Secretário-Geral da JSD. O título era: "Pedro Passos Coelho, um jovem que promete..." Alexandre Parafita diz que tentou levar Pedro para o jornalismo, "aproveitando as suas qualidades vocais, que já então eram notáveis". O rapaz, porém queria era a política.

E foi a politica que o trouxe a Lisboa Veio para estudar Matemática. Mas a JSD tomava-lhe todo o tempo. Foi secretário-geral aos 20, e presidente aos 26. Eleito deputado em 1991, viria a integrar a Comissão Política Nacional (CPN) do PSD de Cavaco Silva. Muitos se lembram de o jovem Pedro ter feito frente a Cavaco Silva. Um dos motivos era a política de Educação. Era então ministra, curiosamente, Manuela Ferreira Leite. Passos Coelho teve como secretário-geral Miguel Relvas, que ainda hoje é o seu braço direito. Mas havia outros. Como Jorge Moreira da Silva, que também foi seu secretário-geral e lhe sucedeu na após três mandatos na Jota. Entre os seus companheiros contou-se Pedro Pinto, outro antigo presidente da JSD que muito ajudou Pedro nesta campanha interna. E Jorge Paulo Roque da Cunha, médico, que esteve com Pedro Passos nas bancadas do Parlamento. Um dos episódios em que Passos mostrou a sua frieza passou-se com o seu amigo Luís Nobre, hoje advogado. Manuel Dias Loureiro, então braço direito de Cavaco Silva no PSD, apresentou a Passos e lista da CPN a qual incluía apenas um representante da JSD, o próprio Pedro. Passos foi inflexível: ou Luís Nobre entrava na lista ou ele saía. A lista, que já estava pronta, foi mesmo alterada. E ninguém soube que houvera um braço de ferro e que este fora ganho por Passos. A mesma discrição foi usada, muitos mais tarde, quando abandonou a CPN presidida por Marques Mendes. Passos deixou de ser vice-presidente e ninguém soube os motivos pelos quais se zangara com Mendes. Mais: ninguém chegou a saber que se zangara, mas apenas que saíra. Manteve a lealdade até ao fim. Sem comentários. Outro episódio que retrata bem Pedro Passos é a sua recusa de receber a subvenção vitalícia da Assembleia. Foi o único deputado que a recusou. E fê-lo por uma questão de princípio.

De professor a administrador

Quando abandonou o Parlamento, em 1999, decidira terminar a Faculdade. Mudou de Matemática para Economia, que terminou como melhor aluno, com média de 16. Ainda no Norte vir para Lisboa dera aulas de matemática em Vila Pouca de Aguiar. Em Lisboa, foi consultor da Tecnoforma. Daí passou para a Quimibro, uma empresa da área química que fazia uma incursão na área imobiliária. Esteve na Tecnoforma e entrou em 2000 no grupo Tecninveste, onde preside a várias associadas. Acumulou o trabalho com a docente de Economia Aplicada. "Não perco tempo com o que é acessório, só com o que é importante". Mas, com o importante, perde muito tempo. "A política nunca acaba às seis ou às sete horas!" E há muitas coisas na política em que é preciso perder tempo.

O miúdo que há 40 anos saía de casa de manhã e aparecia de noite não mudou de feitio. Continua determinado, leal, livre e destemido. Defeitos, não tem? Sim, diz quem melhor o conhece: é teimoso, formal no trato e distante. "E quando se aborrece isola-se muito". Ficam as palavras do amigo Tó Mané: "Ele acredita mesmo que vai mudar isto. Nosso Senhor o ajude".».
Retirado do Jornal I, Por Inês Serra Lopes
 

 

publicado por José Carlos Silva às 00:33 | link do post | comentar

Moinhos

Lousada encerra inúmeros moinhos a merecer o olhar, a atenção de quem de direito, para que este belo património não desapareça, pelo contrário, renasça. No Vale de Sousa existem múltiplos exemplos deste milenar património a merecer a atenção de autarcas e outros responsáveis.

O património é memória colectiva: memória de todos, memória que urge cuidar e preservar. E os moinhos são património, logo memória, que urge cuidar, que urge preservar.

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publicado por José Carlos Silva às 00:32 | link do post | comentar

Ernestina

Ernestina: um retrato de uma época, de um tempo, de um país, plasmada nas estórias da história das diferentes gerações de uma família que sonha a vida entre o interior do país (Estevais) e o litoral (Gaia).

Ernestina: uma escrita escorreita, singela, que me agarrou do princípio ao fim.

Belo e sedutor. E singelo, tal como Ernestina.

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publicado por José Carlos Silva às 00:30 | link do post | comentar

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