Sábado, 07.07.12

Miguel Relvas

Pegaram em Miguel Relvas de uma forma estratégica. Não foi por acaso. Em política quando se quer abanar o barco escolhe-se o cirurgicamente o marinheiro que deve ser mandado borda fora. Neste caso o IMEDIATO. E o Imediato dá pelo nome de MIGUEL RELVAS.

Razões?

Miguel Relvas iniciou o mandato «ameaçando» interesses instalados: área da Comunicação Social (Privatização da RTP colidindo com interesses da Impressa e da Ongoing) e ainda apostou na Reorganização Administrativa.

Mas bastaram-lhe a SIC e o Expresso. Dificilmente o largarão.

E sendo o Imediato do barco todos lhe vão desejar bater no intuito de abalar a governação do capitão e da embarcação.

publicado por José Carlos Silva às 14:25 | link do post | comentar
Terça-feira, 03.07.12

Sem palavras...

publicado por José Carlos Silva às 21:49 | link do post | comentar
Segunda-feira, 02.07.12

Cbecinhas Tontas

Havia muito para discutir no fim-de-semana: o "apertão" a Angela Merkel na cimeira europeia; como é que o EFSF e o ESM vão intervir nos mercados e recapitalizar os bancos?
Havia muito para discutir no fim-de-semana: o "apertão" a Angela Merkel na cimeira europeia; como é que o EFSF e o ESM vão intervir nos mercados e recapitalizar os bancos? A recapitalização de bancos irlandeses e portugueses conta para a dívida pública? Espanha e Itália vão ser fiscalizados como Portugal, Irlanda e Grécia? Enfim, coisas de somenos importância para a nossa brilhante classe política, que preferiu pegar em guerras locais e elevá-las a nacionais: o presidente da Câmara do Porto e o de Matosinhos contestaram o adiamento da nomeação da Administração da Metro do Porto (ainda se fosse do Metro de Berlim…); Macário Correia lembrou que "as empresas públicas torram milhões de euros, mas continuam a receber excepções atrás de excepções, atenuando a austeridade que devia ser para todos" (tomara as autarquias fazerem as reformas em curso nas empresas públicas…).

E quando se esperava que as lideranças nacionais não se envolvessem na bacoquice das guerras locais, Tó Zé Seguro borrou a pintura: pegou na Metro do Porto e transformou-a na principal bandeira do "comício" no Porto.

São coisas como esta que levam a pensar que com estes políticos não vamos lá: os autarcas de PSD e PS estão mais preocupados com as autárquicas de 2013 do que com o país; Tó Zé Seguro agarra-se a qualquer bóia para criticar o governo

Que os autarcas se preocupem com nomeações para empresas locais em vez do verdadeiro problema (a Metro do Porto deve 2,5 mil milhões!!) é uma vergonha; que os autarcas não queiram mudar um modelo de gestão que colocou as autarquias a dever 10 mil milhões é outra. Mas que Seguro não saiba identificar os verdadeiros problemas do país, é preocupante.
publicado por José Carlos Silva às 16:26 | link do post | comentar
Domingo, 01.07.12

Leonel Vieira

 

 

 

 

 

Leonel Vieira

 

 

 

Os Lousadenses conhecem-no muito bem. Os Lousadenses sabem muito bem quem ele é. Os Lousadenses sabem que podem contar com ele seja qual for a circunstância. Os Lousadenses sabem que os ouve, seja qual for o local onde se encontre. Os Lousadenses sabem que a simplicidade, a humildade e a bonomia, a par de um elevado sentido de solidariedade, de humanidade e de um profundo olhar de atenção para aqueles que mais precisam. Os Lousadenses sabem que Leonel Vieira é assim e que para ele os interesses de Lousada e do seu povo estão acima de qualquer outro.

 

É este Lousadense que – reunindo todos estes atributos – tem percorrido o concelho promovendo uma política de proximidade, buscando perceber as debilidades do território que ocupamos e tentando as auscultar as necessidades da população. Contato direto, pessoal, próximo, transmitindo uma lufada de ar fresco e a clara evidência que é o protagonista de uma MUDANÇA RESPONSÁVEL.

 

Leonel Vieira, aliás, não sabe (nunca soube) ser de outra forma: sempre o conheci assim: próximo das pessoas é que se sente bem, escutando os outros é que está bem, resolvendo os problemas dos outros é que está ótimo, vendo feliz os que mais precisam é que se sente plenamente realizado.

 

Este é o Leonel Vieira que conheço há mais de vinte anos. E este é o Leonel Vieira que quero a presidente da Câmara de Lousada a partir de outubro de 2013. Por isso conto com todos os Lousadenses.

 

publicado por José Carlos Silva às 20:49 | link do post | comentar

Da «dor de cotovelo»

Impressiona-me sempre o problema da «dor de cotovelo» que grassa na classe política seja a nível nacional, regional ou local.

Localmente é gritante.

Há sempre uns iluminados que nunca vão engolir o desiderato de Lousada ter a subida honra de contar com duas figuras ímpares em Lisboa que ocupam o lugar de DEPUTADO na ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.

Pelos vistos tal fato deve-lhe criar embaraços, provocar-lhe insónias e sei lá mais o quê. Fatos destes deviam ser motivo de orgulho, mas para um certo número de pessoas não, é motivo de dor de cabeça e «dor de cotovelo». É pena.

publicado por José Carlos Silva às 20:11 | link do post | comentar

Autárquicas

 

Um de julho de 2012. O dia sorri e aparentemente a serenidade atravessa Lousada. Aparentemente. Esta é a palavra mais certa para um momento em que a tensão há muito envolve este aparente território. Sabemos que assim é.

Vejamos.

Faltam escassos meses para as autárquicas. Não parece, mas assim é. E o tempo esgota-se a uma velocidade estonteante. Sabemos que assim é.

Julho e agosto serão meses apolíticos, pela sua intrínseca forma e maneira de ser: representam um tempo de acalmia, um tempo de veraneio, de distensão, de nada fazer, sendo, portanto, um tempo perdido para a política e um tempo ganho para a família e para os amigos. E ainda bem que assim é.

De setembro a dezembro é o tempo do tudo ou nada. O jogo está ou não decidido. Depois vem a sistematização dos dados e chega a primavera e o esplendor da certeza. Nesta época em que a natureza se abre em sorrisos não pode haver lugar a incertezas. As cartas – mesmo que ainda não tenham sido dadas – encontram-se alinhadas na mão para serem jogadas. E quando o 1 de julho de 2013 florir todas as cartas estão dispostas no verdejante pensamento dos lousadenses, pois devem partir para férias com a ideia clara da escolha que querem para governar a terra que tanto amam.

De julho a outubro reinará a tradição: pré-campanha e campanha eleitoral para cumprir um ritual.

publicado por José Carlos Silva às 19:58 | link do post | comentar

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