Domingo, 21.04.13

Ora, ora. Em política isto tem um nome…

O líder do Movimento Revolução Branca, Paulo Romeira, anda a «divertir-se» com a «história» das candidaturas de alguns autarcas.

Seara e Menezes são os casos mediáticos.

Nunca se vangloriou Paulo Romeira do seu «carinho» pelos ideais à esquerda. Tem esse direito. Mas eu ficava esclarecido.

O Paulo Romeira, ao que parece, já foi mandatário de Narciso Miranda (Vide TSF: Entrevista de Filipe Menezes, este fim de semana).

Pronto. Definitivamente, estou esclarecido. Ora, ora. Em política isto tem um nome.

publicado por José Carlos Silva às 21:07 | link do post | comentar

Se Seguro almeja o poder – e vai ter de esperar dois anos, só lhe resta uma saída: fazer o caminho que tem pela frente como se de fato primeiro-ministro, sendo homem de estado.

A esta hora o país vive suspenso de um jogo de futebol: Benfica – Sporting. A liturgia que envolve o tremendíssimo infernal das emoções, dos interesses, dos negócios, da efemeridade das ilusões e do descanso momentâneo de quem governa uma barca que tem por maldição a marca da Austeridade.

Nestes momentos de loucura, de euforia e de deriva de emoções, a austeridade morre por momentos. E ainda bem.

 

A sociedade portuguesa, os portugueses, precisam destes momentos. É tempo de existir uma convergência na razão e na emoção para a definição de um ponto de equilíbrio.

 

O mesmo é dizer que chegou o tempo de responsabilizar «todos» - sem exceção – no sentido de caminhar na busca dos consensos necessários para os portugueses sorrirem e respirarem com mais alegria.

 

Procurar o poder aos gritos numa mera estratégia do poder pelo poder é uma estratégia errada, uma mera miragem.

António José Seguro tem fugido à responsabilização do consenso e da felicidade dos portugueses, interessando-se mais pelo poder absoluto.

 

Esquece Seguro que os portugueses estão completamente desencantados com os políticos e partidos do arco do poder (PSD/PS/CDS) e que o fato de as sondagens lhe darem vantagem nada quer dizer.

 

Se Seguro almeja o poder – e vai ter de esperar dois anos (Cavaco não demitirá o governo e Portas adora o poder) -, só lhe resta uma saída: fazer o caminho que tem pela frente como se de fato primeiro-ministro, isto é, vestindo o fato de homem de estado. Ou o faz ou arrisca-se a ser uma mera lebre ultrapassada por uma qualquer tartaruga.

 

E entretanto Passos Coelho vai sorrindo e oferecendo-lhe o diálogo, consenso e bom senso e chamando à mesa dos compromissos, amarrando-o, capturando-o.

 

Quanto mais disser: «Agarrem-me, que eu quero fugir.» Mais preso e mais desacreditado fica aos olhos dos portugueses.

Só tem uma saída: assumir o passado e perspetivar o futuro. Ou isso ou nada feito.

 

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