Quinta-feira, 21.02.13

Em outubro de 2013 os lousadenses votarão na pessoa

 

 

No itinerário de um ser humano coexistem as mais desencontradas motivações e paixões. A política – a nobre arte de estar ao serviço aos outros – foi desde sempre uma das maiores circunstâncias da minha vida. E persiste em sê-lo.

Se as eleições de âmbito geral – presidenciais, legislativas e europeias – se cumpriram desde sempre num enquadramento de cumprimento de dever cívico, excetuando o fervor dos primeiros tempos e a descoberta de votar em liberdade, tudo não tardou em redundar na banalidade dos dias e numa terrível certeza: o essencial residia na exequibilidade dos seus interesses e da efemeridade dos tempos.

As minhas referências desse tempo fixam-se num ponto certo, ao povo importava a resolução dos seus problemas, das pessoas que lhos pudessem resolver, sendo essa proximidade crucial.

Daí que as Eleições Autárquicas transformavam-se no maior de todos os acontecimentos para as pacatas cidades, vilas e freguesias do interior do país.

Quando o povo ia a votos para a «junta de freguesia» e para a «câmara municipal» como então se dizia, habituei-me a uma verdade única: olhava-se à proximidade e às pessoas. Essencialmente às pessoas.

O país normalizou-se. O interior normalizou-se e desenvolveu-se. Mas há uma verdade que persistiu: quando chega a hora de eleger o presidente de junta de freguesia ou o presidente de câmara, o povo continua a olhar às pessoas. O que importa são as pessoas.

É esta a minha convicção em 2013. E é esta a minha firme convicção de que em outubro de 2013 os lousadenses votarão na pessoa, no rosto, na proximidade, na certeza de que serão sempre ouvidos.

publicado por José Carlos Silva às 18:35 | link do post | comentar
Sábado, 19.01.13

Em outubro de 2013 os lousadenses votarão na pessoa

No itinerário de um ser humano coexistem as mais desencontradas motivações e paixões. A política – a nobre arte de estar ao serviço aos outros – foi desde sempre uma das maiores circunstâncias da minha vida. E persiste em sê-lo.

Se as eleições de âmbito geral – presidenciais, legislativas e europeias – se cumpriram desde sempre num enquadramento de cumprimento de dever cívico, excetuando o fervor dos primeiros tempos e a descoberta de votar em liberdade, tudo não tardou em redundar na banalidade dos dias e numa terrível certeza: o essencial residia na exequibilidade dos seus interesses e da efemeridade dos tempos.

As minhas referências desse tempo fixam-se num ponto certo, ao povo importava a resolução dos seus problemas, das pessoas que lhos pudessem resolver, sendo essa proximidade crucial.

Daí que as Eleições Autárquicas transformavam-se no maior de todos os acontecimentos para as pacatas cidades, vilas e freguesias do interior do país.

Quando o povo ia a votos para a «junta de freguesia» e para a «câmara municipal» como então se dizia, habituei-me a uma verdade única: olhava-se à proximidade e às pessoas. Essencialmente às pessoas.

O país normalizou-se. O interior normalizou-se e desenvolveu-se. Mas há uma verdade que persistiu: quando chega a hora de eleger o presidente de junta de freguesia ou o presidente de câmara, o povo continua a olhar às pessoas. O que importa são as pessoas.

É esta a minha convicção em 2013. E é esta a minha firme convicção de que em outubro de 2013 os lousadenses votarão na pessoa, no rosto, na proximidade, na certeza de que serão sempre ouvidos.

publicado por José Carlos Silva às 22:05 | link do post | comentar

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